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Você está cuidando dos seus olhos?

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), na idade adulta é preciso ter cuidados preventivos com a visão, mesmo quem nunca teve qualquer problema oftalmológico. Com o passar dos anos, a estrutura ocular também envelhece, e podem surgir alterações na visão devido ao esforço mais intenso.

Uma das doenças mais comuns depois dos 40 anos é a presbiopia ou “vista cansada”. Ocorre porque o cristalino (lente natural do olho) perde a capacidade de focar objetos de perto. Para corrigir a visão de curta distância passa a ser necessário o uso de óculos/lentes.

Os cuidados redobram na terceira idade, quando surgem doenças como a catarata e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI). A catarata ocorre quando o cristalino envelhece e fica opaco. Pode ser congênita ou adquirida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é responsável por mais de 47% dos casos de cegueira no mundo, sobretudo em idosos. Já a DMRI afeta o centro da retina, a mácula, levando à perda progressiva da visão. É irreversível, mas se tratada de forma precoce pode ser controlada.

Outra doença que afeta tanto jovens quanto adultos e idosos é o glaucoma, também chamado de pressão alta no olho. A doença atinge o nervo ótico e gera a perda de células da retina, responsáveis por enviar os impulsos nervosos ao cérebro. Aos poucos, a pessoa perde a visão periférica. Se não for tratada, pode levar à cegueira. Na fase inicial, nem sempre apresenta sintomas. Daí a importância dos exames médicos periódicos com um oftalmologista. A recomendação é que adultos façam visitas anuais ao especialista e, de forma imediata, se surgir qualquer alteração visual.

Fontes: Revista Veja Bem, do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), site do hospital Israelita Albert Einstein

Fique atento aos sintomas e não deixe de procurar um especialista

Presbiopia

Coceira e sensação de cansaço nos olhos, lacrimejamento e dificuldade de focar imagens;

Catarata

Incapacidade de enxergar com pouca luz, perda total ou parcial de visão, sensibilidade à luz, visão dupla ou embaçada;

DMRI

Incapacidade de enxergar com pouca luz, perda total ou parcial de visão, visualização de pontos, visão distorcida ou embaçada e enxergar linhas retas como onduladas;

Glaucoma

Redução do campo de visão, dor nos olhos, visão turva e embaçada, lacrimejamento e hipersensibilidade à luz. Em alguns casos, dor de cabeça e náusea.

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