outubro 26, 2026
Plano Nacional de Fomento para o setor de Previdência Complementar é aprovado pela Previc
O sistema conquistou um importante avanço em direção ao seu fortalecimento e modernização, com a instituição do Plano Nacional de Fomento do Regime de Previdência Complementar Fechada (PNF-RPC) para o período de 2027 a 2030. A cerimônia de aprovação foi realizada no dia 22/10, no 47º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), no estande da PREVIC, e contou com a presença de Fernando Pimentel, presidente da Fundação Atlântico, que integra a Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (COFOM). A Comissão, grupo de formulação do Plano Nacional de Fomento, contribui para a construção das diretrizes estratégicas do setor, é composta por representantes do governo, das entidades de previdência (EFPC), de participantes e assistidos e dos Patrocinadores e Instituidores.
“O PNF-RPC é resultado de um amplo trabalho colaborativo entre governo, entidades, patrocinadores e representantes dos participantes. Essa construção conjunta reforça a capacidade do sistema de evoluir de forma sustentável, promovendo mais eficiência, inovação e inclusão previdenciária para a sociedade”, afirma Fernando Pimentel.
A agenda, coordenada pela PREVIC, reúne 28 propostas distribuídas em cinco eixos temáticos, que buscam fortalecer e modernizar o sistema de previdência complementar , além de garantir a sustentabilidade e a proteção dos participantes e assistidos nos próximos anos..
Caráter continuado: diretrizes permanentes para orientar a atuação do setor e a implementação das demais propostas.
Atratividade: iniciativas para aprimorar os planos de benefícios, ampliar a proteção oferecida e fortalecer a segurança financeira no longo prazo.
Eficiência: medidas voltadas à simplificação dos processos, redução de custos e maior previsibilidade na gestão dos planos.
Sociedade: ações para ampliar a inclusão previdenciária e facilitar a compreensão do sistema por participantes, assistidos e demais públicos.
Inovação: estímulo ao uso de tecnologias, dados e inteligência artificial, além da adoção de novos instrumentos regulatórios para o setor.
Essa estrutura busca tornar o regime mais acessível, sustentável e alinhado às transformações da sociedade e do mercado.